Um pouco de tempero faz bem e é bom!

 

Quem gosta de cozinhar sabe a importância que os temperos têm. O tempero sempre será essencial para o sabor da comida. Mas entre tantas opções de ervas e especiarias, nem sempre é fácil saber quais utilizar nas receitas. A maioria das pessoas conhecem a cebola, o alho e o sal, que formam o trio de ferro da cozinha, sendo utilizados para temperar quase tudo o que fazemos no dia a dia da cozinha. Mas o nosso tópico é inovação, como podemos adquirir novos sabores e aromas em nossa alimentação?

Uma das soluções mais fáceis para transformar pratos comuns em pratos diferentes é utilizando especiarias. Além de proporcionar sabores diferentes nas comidas, as especiarias eram, e ainda são utilizadas na fabricação de alguns cosméticos, óleos e medicamentos. Na época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos eram muito valorizadas na Europa, pois não podiam ser cultivadas neste continente em função do clima. A evolução generalizou a sua utilização e, tanto as especiarias como as ervas aromáticas, foram-se tornando comuns na nossa alimentação.

A alimentação vegetariana nos faz ter um conhecimento muito mais amplo sobre comidas saudáveis e principalmente, pratos “diferentes” deliciosos que não faz o uso nenhum de carnes. As especiarias são usadas em diversos pratos vegetarianos. Vamos apresentar como utilizar e algumas especiarias que são além do que vocês já conhecem e veja como é simples e rápido para realçar o sabor na sua comida:

  1. Cheire o seu tempero antes de usá-lo: se não estiver fresco ou com cheiro apagado, está velho e é melhor descartar do que tentar usar. (Geralmente, temperos secos bem conservados duram meses).
  1. Toste os temperos na frigideira, ele libera mais aroma e sabor, sendo possível até fazer molhos rapidamente dessa forma (por exemplo: derreta manteiga e cozinhe em fogo baixo folhas de sálvia por alguns minutos na manteiga para ter um molho saboroso para pastas). E temperos inteiros, como cravos e canela, funcionam melhor em pratos que serão cozidos lentamente, pois podem ficar amargos se cozidos muito rápido.
  1. Conheça algumas ervas que podem ser usadas no dia a dia em diversos pratos:
  • Coentro: Perfume agradável, refrescante e sabor marcante. Combina com legumes. Suas sementes são usadas para temperar marinadas.
  • Páprica: Com um sabor adocicado, ele é usado tanto para os pratos salgados como para doces. Combina com legumes e purês.
  • Tomilho: Apreciado nas cozinhas européias, enriquece sopas, molhos de tomate, legumes em geral e terrine.
  • Alecrim: O rei do perfume, seu aroma combina bem com massas.
  • Curry: Feito com uma combinação de 65 tipos de especiarias diferentes. Uso: culinária indiana, arroz.
  • Dill: Tem o sabor voltado para o anis, usado em batatas e saladas verdes. Suas sementes são usadas para temperar vinagres, marinadas e pepinos em conserva.
  • Louro: Combina com sopas, cozidos, e terrines. Uma folha basta para aromatizar o prato.
  • Sálvia: Seu sabor, ligeiramente amargo, combina com legumes secos e molhos.

Além de conferirem e realçarem o sabor particular dos alimentos, tornam pratos muito mais agradáveis, podendo ajudar a facilitar a digestão. Porém,  um dos aspectos mais importantes é que permitem uma redução substancial do sal. Incorporar mais temperos na sua alimentação é saudável. Na Oficinal Alimentos você encontra diversas especiarias, além de pratos deliciosos em que são usados com a maior precisão para dar o sabor perfeito da qualidade. Saiba mais sobre nossos produtos no site https://www.oficinalalimentos.com.br/ e conheça a loja: Rua Felisbino de Lima, 1647 – Cidade Nova, Franca – SP.

Águas pela Paz.

“Em minhas aventuras como explorador da consciência, descobri que tudo aquilo que é belo e verdadeiro, nasce do silêncio interior, os insights, a pureza da criatividade, surge em momentos que nos aquietamos internamente, nasce da calma, da tranquilidade, do nosso coração. Ontem a noite, quando me recolhi na minha prática do cultivo de silencio, fui inspirado a escrever um texto:

Um dos objetivos desse seminário, é a criação de uma aliança global pela conservação e o uso consciente da água no planeta. Nessa palestra eu gostaria de focar num aspecto que nem sempre é considerado nos seminários e fóruns destinados a tratar do assunto, me refiro ao aspecto subjetivo da água e os aspectos subjetivos do desequilíbrio do sistema hídrico, e na medida do possível, quem sabe, tocar até mesmo da subjetividade que também precisa ser considerada quando nos debruçamos para buscar soluções para esse desequilíbrio, mas primeiramente gostaria que lembrássemos de que a água tem sido a guia precursora e mapeadora da jornada evolutiva do homem.

As sociedades sempre se organizaram em torno dos rios, ou seja, das águas. Com a explosão demográfica, desorganizada e com o crescimento caótico das cidades, fomos nos afastando dessa proximidade com a água e a grande maioria da população, especialmente dos grandes centros produtivos, só conhece a água da torneira para dentro e desconhece por completo o percurso da água, da fonte até que ela possa chegar em casa. Isso criou uma desconexão, inclusive, com significado mais profundo da água e por desconhecemos esse significado tentamos encontrar soluções apenas técnicas sem levar em consideração até mesmo elementos pragmáticos deste significado que é a finitude do elemento água. Como um planeta pode ser sustentável com um consumo infinito? E ao desconsiderarmos este aspecto tão óbvio seguimos buscando outras fontes de recursos. Se por exemplo a água acaba aqui, eu busco ali e depois acolá e assim por diante, mas uma hora essa água vai acabar e por acabar nem sempre significa o esgotamento da fonte. Mas pode significar falta de recursos para o tratamento por exemplo, mas independentemente da razão o fato é que a água pode não estar mais disponível se não formos inteligente e razoáveis suficientes. E  nesse caso se ela não estiver mais disponível o que faremos? Vamos explorar outros planetas? É verdade que buscar a água ali e acolá geram algumas coisas positivas, inclusive o tema do Fórum Mundial da Água que acontecerá aqui em Brasília em março próximo será compartilhando água.

A falta de água nos ensina a compartilhar, por exemplo: Israel e Palestina podem divergir sobre religião sobre política, mas a água é um bem comum e muitas vezes para ter as necessidades que são comuns atendidas, precisam de cooperação e compartilhamento, mesmo que seja a base de inúmeras reuniões de negociação e mediação.  Aqui mesmo em Brasília durante essa tão desafiadora crise de falta de água, está sendo feito um acordo com o estado de Goiás para uso comum da bacia do descoberto, isso pode ser tornar um case de operação e compartilhamento, mas temos muito que aprender sobre cooperação e compartilhamento, tanto que será o tema do fórum. Ou seja, a água enseja o diálogo, a cooperação, a paz, daí inclusive o tema do seminário: águas pela paz. A água pode de fato nos levar a uma nova realidade da geopolítica, tendo a negociação a cooperação e o compartilhamento como a base para atender um entendimento ancestral de que a água é para todos. Claro que podemos também escolher o caminho da guerra, da disputa, mas nesse caso não estaríamos aproveitando a chance que as águas estão nos proporcionando de darmos um salto em nossa evolução.

Essa evolução se dá quando temos a coragem de entregar as armas e de sermos compassivos e assim abrir espaço para a fraternidade e igualdade. Evoluir a ponto de amar a todos os seres e de servir a todos os seres. E na base desse projeto evolutivo da raça humana está o entendimento de que a água é para todos mas para que ela possa atender a todos, todos precisam se unir e cuidar dela. Esse cuidar envolve vários aspectos, por exemplo, precisamos olhar com mais objetividade para essa equação onde um planeta não pode ser sustentável com um consumo infinito. E a partir daí, rever nossas decisões, a partir do indivíduo e de pequenos grupos comunitários, pois não temos planos de revisão de nosso modelo econômico ou do capitalismo tão cedo. Outro aspecto do significado da água que foi perdido e que precisa ser considerado numa discussão como essa, é o que estou chamando de subjetividade da água. Embora essa subjetividade seja bastante ampla talvez possamos abordar aqui um dos aspectos que é um denominador comum em diferentes tradições que é ver a água como símbolo dos nossos sentimentos mais profundos e que com isso a própria água está nos mostrando pragmaticamente que não estamos sabendo lidar com ela. Ou seja, não estamos sabendo lidar com nossos sentimentos. Atente para esse ponto, ouça com atenção: No nível pessoal, a resposta para os nossos desafios e desconfortos não está no outro ou distante de nós mesmos, só você pode se transformar e se curar com a ajuda sim de outros, com ajuda sim de quem está distante, conseguimos progredir na autotransformação ou cura das nossas mazelas com uma soma de forças e saberes, mas a cura ou superação do sofrimento se dá através de uma reforma íntima, e no nível impessoal, no nível externo ou coletivo.

Se o exterior é um reflexo do interior como reza as leis do psiquismo, e se estamos reproduzir indo lá fora a mesma inabilidade que temos de lidar com nossos sentimentos aqui dentro, então é certo que seguiremos lá fora nos distanciando da água e buscando ela cada vez mais longe, buscando energia elétrica cada vez mais longe e sem considerar o impacto ambiental e social até a escassez completa. Pois temos essa tendência de negar nossos problemas e buscar soluções mágicas fora de nós, afinal na raiz da miséria humana está a crença de que a felicidade está lá fora e não dentro de nós mesmos. Temos feito mesmo com a natureza matamos um rio e vamos atrás de outro, matamos uma floresta e vamos atrás de outra.

O que proponho é que possamos escutar a mensagem das águas, nossos sentimentos mais profundos. A solução está aqui e não acolá, tanto no aspecto pessoal interior como no impessoal e exterior,  assim como devemos buscar a lidar com nossos sentimentos encontrar a felicidade dentro de nós mesmos devemos também buscar usar a água localmente. Para isso se faz necessário uma mudança de cultura, para que possamos tornar essa proposta factível, pois isso requer plantar água o que por sua vez envolve fazer renascer algumas de nossas florestas, proteger as nascentes, evitar desperdício, diminuir produção de lixo, gerar energia limpa e renovável e especialmente relembrar que a água tem vida e que precisa ser tratada e respeitada como uma entidade viva, como faz muitos dos povos das antigas tradições que ainda mantém a conexão com o grande Espírito. Claro que essa mudança de cultura envolve uma transformação pessoal que começa com autoconhecimento e envolve a REunião da família humana, pois sem cooperação e real união, não é possível resgatar a sustentabilidade do planeta, mas essa cultura de paz começa com você cuidando das suas águas interiores, cuidando dos sentimentos negados, se libertando das mágoas e ressentimentos, se harmonizando com seu passado para que você seja livre para viver no momento presente que é o campo das infinitas possibilidades. O Campo da potencialidade pura. Tenho insistido bastante que o elo perdido entre os aspectos subjetivos e objetivos da vida é o autoconhecimento, por isso ele precisa acontecer em escala e aqui nosso projeto de cuidado com a água envolve também uma ressignificação da educação do ensino fundamental para as nossas crianças, baseado no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, porque se fizermos uma leitura objetiva dos problemas atuais na nossa sociedade, incluindo os problemas relacionados com a água, veremos que já temos muitas soluções, já temos muitas respostas para os nossos problemas, temos já soluções incríveis para a grande maioria dos problemas o que precisa é escala. E para acontecer em escala e algumas dessas soluções se transformarem em política públicas, precisamos de inteligência espiritual na forma de caráter e de valores, incluindo a coragem que nos possibilite tomar as decisões e fazer as escolhas adequadas, sem medo de ferir acordos sombrios que vem se perpetuando ao longo do tempo.

É hora de renovação, o mundo clama por um renascimento, sinto que uma das principais mensagens das águas através dos desequilíbrios nos diferentes cantos do mundo, é que é o momento de nos reunirmos enquanto família humana, é o momento de nos unirmos para que juntos encontremos soluções que sejam boas para todos nós. Quando me refiro a juntos, é como estamos mostrando de forma prática aqui nesse seminário, lideranças espirituais das mais diferentes tradições, lideranças políticas de diferentes partidos, cientistas de diferentes instituições e etc. As águas estão nos ensinando a criar união, a fazer paz. E porque aqui no Brasil a sincronicidade é a linguagem da existência? Não acredito que seja uma mera coincidência que estejamos sendo protagonistas da criação dessa proposta. Vejo que estamos aqui no Brasil, é porque o Brasil está com uma ferida exposta gerada por separação e disputa e precisa conseguir se reintegrar. Por isso considero que seja o palco perfeito para darmos o exemplo que é possível curar as feridas geradas pela separação.

Por isso estamos em condições de sermos sim protagonistas na criação de uma aliança global para tratarmos das questões ligadas a esse problema mundial que é a escassez da água gerada pela insensatez humana. Uma insensatez que provocou uma mudança climática sem precedentes, que desmatou as florestas de forma insustentável além do que era possível, que gerou e gera uma quantidade de lixo tremenda e que não sabemos ainda o que fazer com ele, que polui os rios, que vivem em cidades de forma insalubre e nociva, ou seja, fala de uma aliança global para propor soluções para a insensatez. Claro que não é uma tarefa simples, pois precisamos ter o que oferecer, temos que ser sensatos para oferecer sensatez.

Durante esse ano em que trabalhamos juntos para organizar esse seminário, vimos como muitas vezes, fomos insensatos, como muitas vezes, somos egoístas arrogantes, como colocamos nossos interesses pessoais à frente de uma causa que é tão nobre. E por quê? Por que temos limitações, e talvez até mesmo essa proposta de aliança global seja arrogância,  não sei, mas sei que precisamos tentar ou precisamos seguir tentando e tendo a coragem de aprender com os nossos erros.  Resiliência é fundamental, aqui teremos grandes, mas muitos bons desafios, muitas mentes brilhantes que podem contribuir com inteligência e amor para encontrarmos soluções e que possamos criar um documento que será apresentado no Fórum Mundial em março. Que tenhamos o merecimento de canalizar o conhecimento que precisamos, que tenhamos a humildade a referência e as qualidades aquáticas para fazermos o download da mensagem do Espírito das águas e com isso contribuir de forma realmente objetiva para uma mudança de paradigma no trato com as nossas Águas.

Para terminar quero repetir aqui algumas linhas que me veio alguns dias atrás sobre a água: a água é uma manifestação do Amor Divino, através do exemplo, nos ensina valores dos mais elevados, ela nos ensina a generosidade, pois sacia nossa sede e nos dá a vida sem pedir nada em troca. Nos ensina a humildade e aceitação de nunca impor sua cor, é transparente, não se esconde e está sempre fluindo. A água dá de voz a mensageira do grande mistério, para nos lembrar que somos mais que matéria, e vem também através do seu suave e profundo poder, nos ensinar a criar união e paz para que ela não nos abandone.”

Discurso proferido pelo mestre espiritual Sri Prem Baba no II Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade que aconteceu em Brasília nos dias 11 e 12 de Janeiro de 2018. Abaixo link da palestra Magna completa e o Documento-síntese do seminário feito pelos participantes.

https://www.youtube.com/watch?v=S9wJKwvKU_M

http://aguaspelapaz.eco.br/wp-content/uploads/2018/01/Carta-%C3%81guas-pela-Paz_14.01.2018.pdf

O Futuro é aqui!

Sabemos que cada vez mais, a população vem aderindo à dieta vegetariana, seja por opção nutricional ou por adoção ao estilo de vida. A prática do vegetarianismo pode estar relacionada a questões de saúde, motivos éticos e religiosos, além de bem-estar e estética. Só que será que as informações sobre o benefício de ser vegetariano para uma pessoa que continua comendo carne é o bastante?

Nós vivemos em um mundo em que a água se torna um desafio cada vez maior. A maioria das pessoas não sabem que ao escolher uma alimentação vegetariana estrita, você consome 60% menos água do que uma pessoa com uma dieta à base de carne. Para Falkenmark, conselheiro científico sênior do Stockholm International Water Institute (SIWI), não teremos água suficiente para sustentar os atuais padrões de consumo. Estima-se que em 2050, metade da população mundial enfrentará falta de água crônica. E qual seria a alternativa para isso? Uma das soluções para evitar uma catástrofe alimentar será uma mudança quase completa de uma dieta a base de carne para uma mais centrada em vegetais.

Segundo dados da organização Water Foot Print “para um único quilo de carne bovina são consumidos mais de 15.000 litros de água. Para os ovinos são necessários 10.400 litros, suínos 6.000 litros, caprinos 5.500, frangos 4.300 litros, ovo de galinha 3.300 litros para cada 1 kg e para o leite de vaca, mil litros”. O meio ambiente é degradado duas vezes, para produzir a comida dos animais que depois servirão para alimento. A produção de carnes e derivados animais é responsável por ¼ da emissão global de gases que agravam o efeito estufa. A pecuária é uma das atividades humanas que mais agridem o meio ambiente, pois ela consome quantidades enormes de água, grãos, combustíveis fósseis e pesticidas. Fora isso no nosso Brasil, a pecuária está acabando com a Floresta Amazônica, 80% da floresta já foi desmatada, ameaçando a sua biodiversidade.

É evidente como o consumo de carne é prejudicial para o meio ambiente. Dados indicam que as emissões geradas da produção de bife são 250 vezes maiores que as emissões geradas da produção de legumes. Precisamos nos conscientizar que para sustentar cada pessoa vegetariana é necessário entre 12 e 30 vezes menos terra do que para sustentar um indivíduo que baseie sua alimentação em carnes. A Oficinal Alimentos oferece 100% de seu cardápio diariamente com opções vegetarianas/veganas, orgânicas e saudáveis. Nós promovemos o desenvolvimento social e ambiental, oferecendo uma alimentação saudável, alimentos provenientes da agricultura familiar e orgânica, trabalhando para a disseminação da sustentabilidade no Planeta. Conheça todos nossos produtos no site https://www.oficinalalimentos.com.br e saiba mais visitando a loja e restaurante, Rua Felisbino de Lima, 1647 – Cidade Nova, Franca – SP.

Alimento Fresco e Integral e Vantagens de uma Alimentação Ecológica

Alimento integral é aquele que não foi seco, torrado, desidratado ou processado, isto é, encontra-se em seu estado original, in natura. O problema de consumir alimentos frescos e integrais é que, em alguns casos, estar cru não é necessariamente ser fresco ou integral. Eu incentivo o consumo de alimentos que estejam o mais próximo possível do seu estado natural, pois é a condição ideal para ser ingerido, facilitando o processo digestivo e aumentando a absorção de nutrientes. Suplementos alimentares podem até ser crus, mas não necessariamente frescos ou integrais. Algas marinhas podem ser cruas, porém não são frescas. Por isso, questione seu consumo, não somente pelo preço elevado, mas porque seu corpo terá de trabalhar mais para poder digerir.

O alimento que comemos, a forma como preparamos, bem como o processo pelo qual ele passa quando de sua produção influem e impactam em nosso meio ambiente interno e externo. O meio ambiente interno é nosso corpo, com seus cem trilhões de células vivas, que vivem em perfeito equilíbrio, quando permitimos. São nossos órgãos e sistemas, como o digestório, o de defesa, o de absorção de nutrientes, etc. O meio ambiente externo é nosso bairro, nossa cidade, nosso país, nosso planeta. Vários resultados podem ser obtidos com a alimentação ecológica. Alguns deles:

-Melhora de odores do corpo.

-Melhor qualidade do sono.

-Perda de excesso de peso.

-Melhora do sistema imunológico.

-Benefícios para a pele e para os cabelos.

-Aumento de energia e vitalidade.

-Intensificação da disposição física e mental.

Tabaco, álcool, poluição e agrotóxicos são grandes agressores do ambiente, que nos impedem de utilizar nossa energia de autocura, que é um processo intrínseco em nosso corpo. O corpo adquire energia a partir da ingestão de alimentos. Todavia, a energia é consumida no processo de digestão desses mesmos alimentos. O dispêndio de energia será tanto maior quanto mais desconhecidos para o corpo forem os produtos a serem digeridos, como, por exemplo, a lactose do leite de origem animal, as gorduras queimadas em alimentos que passaram por processo de fritura, os alimentos misturados a bebidas ou muito processados, os conservantes químicos, os resíduos de pesticidas ou agrotóxicos nos alimentos, etc. Enfim, toda a gama de elementos químicos que alteram a estrutura natural dos alimentos.

Pelo fato de consumir tanta energia nesse processo para eliminar as toxinas, a autocura normal e biológica torna-se inviável, e, assim, envelhecemos mais rapidamente. A alimentação ecológica não é milagrosa, mas nosso corpo sim. Ele é capaz de corrigir, reorganizar e curar todos os desequilíbrios que provocamos. Porém, o excesso de desequilíbrios leva o corpo a priorizar em que vai gastar a energia, se na reparação do que está se oxidando ou se na proteção contra novos “ataques”.

Outro fator positivo desse tipo de alimento é o estoque natural de antioxidantes. A dieta ocidental tem um percentual baixíssimo de antioxidantes, visto que é pobre em frutas e legumes, sua fonte primordial. Nas dietas carnívoras ou baseadas em leites, queijos, pães, doces e bebidas alcóolicas, estão praticamente ausentes as substâncias que protegem nosso corpo das reações naturais da oxidação, processo impossível de se evitar, já que estamos inseridos em uma atmosfera composta de oxigênio e nitrogênio. Se enchermos nosso corpo com antioxidantes naturais, como a vitamina C, presente nas folhas verdes e frutas, por exemplo, faremos com que o oxigênio presente na atmosfera não reaja com nosso corpo e sim com esses antioxidantes. Os vegetais têm maior proporção de nutrientes por caloria do que qualquer outro alimento de origem animal. Sendo assim, estamos também fornecendo ao nosso corpo doses elevadas de nutrientes, incentivando-o ainda mais a se ocupar em se autorrecuperar. É fato que pessoas que se alimentam bem têm um aspecto mais jovem do que pessoas da mesma idade que bebem, fumam e não se alimentam devidamente.

Quando permitimos ao nosso corpo se autoequilibrar, passamos a dormir menos e melhor. Passamos a respirar melhor, pois nossas vias respiratórias estão mais limpas. Melhorando a respiração, ganhamos mais energia, geramos fios de cabelos novos e perfeitos e nossa capacidade de concentração aumenta. Há um conjunto de melhoras que notamos e vivenciamos a cada dia que trocamos um prato de torradas com manteiga e café por suco de maçã, cenoura, couve sementes de girassol e acelga, ou quando substituímos um cigarro por um copo de água de coco, ou uma torta de chocolate, chantili, nata, creme, açúcar, farinha e glúten por um prato de frutas como jantar.

Podemos perceber isso quando fazemos um corte ou ferida na pele. Dentro de poucos dias, ela está complemente curada e, dependendo da profundidade, não se nota nada depois. Quando deixamos nosso corpo em “paz”, ficamos mais fortes e protegidos, e esse corpo é capaz de se prevenir contra muitas doenças ou quase todas. O que não podemos esquecer é que somos seres pensantes, passíveis de sentimentos, pensamentos, emoções e sujeitos as influências externas. Uma saúde perfeita está baseada na saúde social, espiritual, nutricional e física. Cuidar apenas de uma delas não gera resultados completos e duradouros.

São inúmeras as vantagens da alimentação ecológica. A maioria dos resíduos gerados por essa dieta é biodegradável, e essa produção requer menos energia. A quantidade de recursos naturais envolvidos é menor. O consumo de água chega a ser 30 vezes maior para produzir um quilo de carne do que para produzir um quilo de vegetais. Por mais que não se siga essa linha de nutrição, ela tem de ser considerada, pois a dieta ecológica é a dieta que oferece melhor relação entre nutrientes e calorias. Considerando esse fator, entendemos que gastamos menos, produzimos mais, alimentamo-nos melhor e nutrimo-nos mais. Podemos substituir um copo de leite de origem animal por um copo de leite de amêndoas, por exemplo, ou de soja, que tem a mesma quantidade de proteínas que o de origem animal.

Adquira produtos naturais no link. 

Fonte: Suco Vivo de Daniel Francisco de Assis.

Princípios da Comida Ecológica – Alimento Maduro/ Alimento Orgânico.

Ingerir alimentos maduros não é vitalmente importante, mas ajuda a saber qual a melhor hora de se comer certos alimentos, buscando facilitar a digestão. O custo da produção de alimentos é altíssimo. Imagine se esse alimento entra em nosso trato intestinal e não aporta nada de positivo? Não seria um desperdício total? Isso acontece quando nos alimentamos de vegetais, principalmente frutas, que ainda não estão maduros, ou seja, ainda estão verdes. O pimentão é um clássico. Não conheço quem não tenha problemas de má digestão ao ingerir pimentão verde.

Muitas vezes, por questões econômicas, os produtos são lançados no mercado ainda verdes, ou seja, não amadurecidos. Saber reconhecer quando estão maduros ou não deveria ser uma técnica natural, normal e de conhecimento de todos. Mas, por questões culturais, algumas crianças chegam à juventude sem ter provado nenhum alimento cru ou então nem sequer sabendo descascar uma laranja. O problema é que acabamos nos acostumando e pensando que é assim mesmo, e isso repercute na dieta das crianças, que passam a não se interessar por frutas, pelo fato de não terem sabor e nem estarem suficientemente doces para atraí-las. E é justamente nessa fase da vida que mais precisamos nos alimentar bem, pois estamos nos formando fisicamente. Sendo assim, vamos apresentar algumas dicas para que seus pratos ecológicos sejam saborosos e para que você possa, cada vez mais, alimentar-se de forma ecoLógica.

É relativamente difícil conseguir consumir orgânicos, mas há uma boa notícia: o movimento orgânico vem crescendo e ocupando cada vez mais o lugar de destaque nas prateleiras dos supermercados. É uma tendência mundial, mas no Brasil ainda está muito lenta. O movimento de produção orgânica segue na contramão das grandes potências produtoras de sementes e adubos. Ele respeita a terra e tem uma produção lenta, que deve ser local, ou seja, nada melhor que comer produtos orgânicos. A melhor solução para comer orgânicos em cidades pequenas é plantar ou fazer parcerias com quem planta ou conhecer quem planta. Para quem mora em cidades grandes, a solução é consumir produtos de feitas orgânicas.

Escolher orgânicos é economizar, pois os alimentos orgânicos têm mais nutrientes, ajudam o meio ambiente e têm mais energia vital. Existem vários indícios de doenças degenerativas causadas pelo uso de agrotóxicos. É claro que a indústria dos inseticidas diz que está salvando o mundo da fome global, e o preço disso é modificar as sementes geneticamente para que se tenha o domínio da produção. isso significa que o agricultor tem de comprar a semente, o adubo e o inseticida para tudo funcionar, senão o ato cresce e os insetos tomam conta da lavoura. E os consumidores não querem um tomate com manchas ou marcas. Quem são os vilões da história? Os fabricantes, os produtores ou os consumidores? Quando escolhemos orgânicos, dizemos não para um indústria poderosa, que visa ao lucro. E dizemos um grande SIM para pequenas famílias românticas que fazem coisas por AMOR.

Quando escolhemos orgânicos, também estamos livres de transgênicos, que possuem sua estrutura genética manipulada em laboratório para serem mais resistentes a vírus, bactérias e insetos. Não se sabe o efeito no longo prazo dos transgênicos na saúde humana. O que se sabe é que os transgênicos contêm mais agrotóxicos. Se os alimentos não são rotulados quanto à presença ou não desses elementos, não há como avaliar os resultados. Os estudos ˜que comprovam que eles não fazem mal” são feitos pelos próprios fabricantes. Portanto, ainda há uma grande interrogação sobre isso.

Por exemplo, a população mundial consome basicamente sete tipos de alimentos: carne, ovos, leite, arroz, trigo, milho e batata. Variar e conhecer os produtos locais é de fundamental importância para a sua saúde e a do planeta, pois esses alimentos são produzidos em um sistema antiecológico, em grandes produções que fazem uso de sementes geneticamente modificadas para justificar a preocupação com a fome mundial. Usam inseticidas, herbicida e fertilizantes artificiais. Por isso, faça sua parte: escolha orgânicos e diga NÃO a tudo isso de uma só vez.

Fonte: Suco Vivo de Daniel Francisco de Assis.

 

Compre alimentos orgânicos no link.

Comida Ecológica?

Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.

Albert Schweitzer, Prêmio Nobel da Paz

Comida ecológica é comida viva feita e consumida com consciência ambiental, ou seja, considerando alimentos vegetais orgânicos, priorizando produtos e produtores locais, evitando congelamentos ou conservação em geladeira, com ênfase e preferência por alimentos in natura e selvagens, mais que superalimentos industrializados, mesmo que crus ou vivos. Considero a comida ecológica não como um substantivo concreto, e nem abstrato, mas como um verbo. Não existe alimento ecológico, e sim uma maneira ecológica de se relacionar com o alimento.

Não entramos aqui no mérito da questão nutricional. um ovo pode ter uma grande quantidade de nutrientes importantíssimos para a saúde humana, ou a carne de frango pode possuir proteínas em quantidades necessárias ao organismo humano. O foco é ambiental, ou seja, a quantidade de energia gasta para produzir um quilo de proteína animal é muito maior que a despendida para produzir um quilo de proteína vegetal nas mesmas condições técnicas e nutritivas. Essa filosofia alimentar não vai contra o consumo de carnes, ovos ou derivados de leite, pois sabemos que existem muitas maneiras de se alimentar usando esses produtos; porém, propomos aqui comer de maneira ecológica, dentro e fora de você. Cuide de você e, automaticamente, estará cuidando do planeta!

A comida ecológica fundamenta-se nos princípios de ser crua, vegana, madura, orgânica, fresca e integral. Há 20 anos, era muito comum o consumo de alimentos vegetais orgânicos e crus nos centros de tratamentos holísticos da Alemanha e Suíça. Foi justamente nesta época que começaram a surgir as primeiras informações e livros sobre o poder da grama de trigo. Em seguida, surgiram vários documentários sobre o risco de comer alimentos crus, que mostravam a importância de se matar todos os germes. Porém, eram referentes aos produtos de origem animal. A corrente crudivorista vem ganhando força novamente nos últimos anos, principalmente quando se trata de reversão de doenças. Há experiências e relatos impressionantes, como o caso de pessoas diabéticas há mais de 20 anos que, depois de quatro dias mantendo uma alimentação 99% crua e viva, deixaram de tomar insulina.

Alimentar-se de forma ecológica é agir com consciência de uma forma abrangente. Você pode muito bem apenas comprar alimentos orgânicos, ser vegetariano, e não estar sendo totalmente ecológico. E você pode comer carne e ser talvez até mais ecológico do quem vive de produtos industrializados. Antes de tirar qualquer conclusão, convido você a conhecer mais sobre esses conceitos e princípios.

Princípios da Comida Ecológica: confira nos próximos posts.

Fonte: Suco Vivo de Daniel Francisco de Assis.